PORTO: uma certa perspectiva…

Setembro 28, 2011

http://player.vimeo.com/video/21698583

10 de Junho

Junho 10, 2011

Traz-me algumas recordações de meninice! Tal como hoje, recordo dias quentes, anunciando as férias da praia. Lembro-me de alguma ansiedade, à espera do dia dos meus anos…. E, sobretudo, dos primeiros matraquilhos, “carrinhos de choque” e farturas que, na Rotunda da Boavista, apareciam, antecipando, já, o S.João. De resto, para mim, esta época em torno deste dia feriado, estava associada a uma anual transformação da Rotunda: edificava-se uma verdadeira cidade colorida e (relativamente) exótica, de diversão, albergando as barracas dos ditos “matraquilhos” e das farturas, “carrinhos de choque” e carrocéis. Cheirava a Verão, diversão e bem estar; mais tarde, prenunciava os exames e as canseiras escolares dos adolescentes de há alguns anos atrás. Ah…pelo meio, havia o “dia de Camões”.

Talvez por isso, durante muito tempo, gostei e admirei Camões e os Lusíadas, mesmo antes do os ler!

4 de Junho de 2011

Junho 4, 2011

Dia de reflexão (um anacronismo político-eleitoral): está muito calor!

A “cidade-donut”* (a propósito do Porto)

Setembro 18, 2010
Eu gosto de “donuts”.
 Atrai-me, particularmente, a respectiva forma: o espaço vazio no interior do tubo doce e circular. Trata-se de um bolo que apela a uma certa dinâmica centrífuga, ideal para acompanhar um café matinal, apressado e despertador. Um bolo cuja configuração nos oferece um espaço vazio central. No fundo, esse espaço em branco alivia a carga calórica do “donut” e, simultaneamente, distingue-o de outras especialidades relativamente próximas e concorrentes da pastelaria europeia, como, por exemplo, a bola de Berlim. Apesar de tudo, os “donuts” também fazem mal. Como tudo na vida, os excessos (“donuts” a mais) acabam por ser perigosos (no caso, nomeadamente, para o colesterol).
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Buttiglione/Jeleva – 0, PE – 2.

Janeiro 19, 2010

http://blasfemias.net/2010/01/19/buttiglione-2004jeleva-2010-0-parlamento-europeu-2/

Eles falam, falam….

Janeiro 5, 2010

(via Blasfémias)

O ano civil começa com a questão do Orçamento. Em breve, a AR debruçar-se-á sobre o OGE para 2010, sendo certo que, pelo menos durante o primeiro trimestre, viveremos com o regime dos duodécimos.

Claro que a Lei do Orçamento é fundamental e tem um sentido de estruturação geral da actividade do Estado. Nela se contêm, em traços gerais, os limites (pelo lado da previsão da despesa que é imperativa) dessa actividade. Porém, não deixa de ser uma anormalidade o começo de um novo ano financeiro sem orçamento e o recurso à regra (excepcional) dos duodécimos …pelo menos, previsivelmente, durante o  primeiro trimestre.

Continuando a fugir ao essencial (tendencia muito nossa), entreter-nos-emos também e durante algum tempo, com mais uma discussão parlamentar que promete ser quente…ou não seja ela relativa a um dos ditos “temas fracturantes”: o casamento homossexual. Não discuto a importância (social, filosófica, ontológica, religiosa, afectiva e psicológica ou jurídica) do tema; não nego a  eventual sensação de discriminação que atormenta alguns….nada disso.

Agora, por um lado, temos um Presidente que pressente e anuncia “uma situação explosiva eminente”, por outro lado, temos uma AR que se embrenha na problemática do OGE (fora de tempo, infelizmente) e no casamento gay e, por fim, um Governo que mais parece querer que NÃO o deixem governar, do que fazer aquilo para o que foi nomeado: governar sem maioria parlamentar.

Tudo somado, tenho  a sensação de que 2010 começa, politicamente, sem começar: “eles falam, falam e não fazem nada”… de essencial!

Paris: de regresso através da Avenida Central

Março 15, 2009

Excelente fotosumário de Pedro Morgado, sobre a cidade – luz!

Porto Sentido…

Agosto 31, 2008

Quem vem de lá, junto á ponte…

Julho 28, 2008

(via A Baixa do Porto)

OLÉ!

Junho 29, 2008