PORTO: uma certa perspectiva…
Setembro 28, 201110 de Junho
Junho 10, 2011Traz-me algumas recordações de meninice! Tal como hoje, recordo dias quentes, anunciando as férias da praia. Lembro-me de alguma ansiedade, à espera do dia dos meus anos…. E, sobretudo, dos primeiros matraquilhos, “carrinhos de choque” e farturas que, na Rotunda da Boavista, apareciam, antecipando, já, o S.João. De resto, para mim, esta época em torno deste dia feriado, estava associada a uma anual transformação da Rotunda: edificava-se uma verdadeira cidade colorida e (relativamente) exótica, de diversão, albergando as barracas dos ditos “matraquilhos” e das farturas, “carrinhos de choque” e carrocéis. Cheirava a Verão, diversão e bem estar; mais tarde, prenunciava os exames e as canseiras escolares dos adolescentes de há alguns anos atrás. Ah…pelo meio, havia o “dia de Camões”.
Talvez por isso, durante muito tempo, gostei e admirei Camões e os Lusíadas, mesmo antes do os ler!
4 de Junho de 2011
Junho 4, 2011Dia de reflexão (um anacronismo político-eleitoral): está muito calor!
A “cidade-donut”* (a propósito do Porto)
Setembro 18, 2010Buttiglione/Jeleva – 0, PE – 2.
Janeiro 19, 2010Eles falam, falam….
Janeiro 5, 2010(via Blasfémias)
O ano civil começa com a questão do Orçamento. Em breve, a AR debruçar-se-á sobre o OGE para 2010, sendo certo que, pelo menos durante o primeiro trimestre, viveremos com o regime dos duodécimos.
Claro que a Lei do Orçamento é fundamental e tem um sentido de estruturação geral da actividade do Estado. Nela se contêm, em traços gerais, os limites (pelo lado da previsão da despesa que é imperativa) dessa actividade. Porém, não deixa de ser uma anormalidade o começo de um novo ano financeiro sem orçamento e o recurso à regra (excepcional) dos duodécimos …pelo menos, previsivelmente, durante o primeiro trimestre.
Continuando a fugir ao essencial (tendencia muito nossa), entreter-nos-emos também e durante algum tempo, com mais uma discussão parlamentar que promete ser quente…ou não seja ela relativa a um dos ditos “temas fracturantes”: o casamento homossexual. Não discuto a importância (social, filosófica, ontológica, religiosa, afectiva e psicológica ou jurídica) do tema; não nego a eventual sensação de discriminação que atormenta alguns….nada disso.
Agora, por um lado, temos um Presidente que pressente e anuncia “uma situação explosiva eminente”, por outro lado, temos uma AR que se embrenha na problemática do OGE (fora de tempo, infelizmente) e no casamento gay e, por fim, um Governo que mais parece querer que NÃO o deixem governar, do que fazer aquilo para o que foi nomeado: governar sem maioria parlamentar.
Tudo somado, tenho a sensação de que 2010 começa, politicamente, sem começar: “eles falam, falam e não fazem nada”… de essencial!
Paris: de regresso através da Avenida Central
Março 15, 2009Excelente fotosumário de Pedro Morgado, sobre a cidade – luz!
Porto Sentido…
Agosto 31, 2008Quem vem de lá, junto á ponte…
Julho 28, 2008
(via A Baixa do Porto)
OLÉ!
Junho 29, 2008
